sexta-feira, 1 de julho de 2011

COMO FOI A AULA "BATE, MEXE E PUXA"

Foi gratificante o desenvolvimento da aula, a música tem um ritmo bem empolgante, o que cativou as crianças e proporcionou-lhes a possibilidade de se movimentarem de forma bem alegre e descontraída.
Todo processo de construção, leitura, identificação das partes do corpo, a contagem sequenciada até 10 levantando os dedinhos, foi bem divertida.
Trabalhar os movimentos isolados das partes do corpo e dialogar com as crianças sobre o processo que nosso organismo realiza para que determinada parte do nosso corpo faça algum movimente foi enriquecedor.
Super interessante também foi a forma como eles se organizaram criando os movimentos, desenvolvendo assim uma pequena coreografia harmoniosa e dentro do ritmo.
No cantar foi interessante perceber a rápida assimilação tanto do ritmo, quanto da letra. A música foi entoada com uso adequado da voz, pois procurei orienta-los a terem o zelo com suas cordas vocais.
Singular foi e é, aprender brincando

quinta-feira, 30 de junho de 2011

CONHECENDO UMA EXPERIÊNCIA

Título
Bate, Mexe e Pula

O que o aluno pode aprender com esta aula
- Perceber que o corpo é um todo integrado mas cada uma desempenha uma função específica.
- Localizar no seu próprio corpo pés mãos joelhos cabeça.
- Aprender contagem seqüenciada até 10 relacionando cada numeral a quantidade correspondente

Duração
A atividade terá duração de 25 minutos

Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
Nenhum

Palavras chaves
Partes do corpo; contagem seqüenciada até 10

Estratégias e Recursos da Aula
Atividade 1 – Conhecendo a letra da música

1º Momento – 10 minutos
O professor prepara previamente em um cartaz a letra da música e realiza leitura com as crianças
BATE, MEXE E PULA
Bate o pé, mexa a mão
Jogue um beijinho!
Pula, pula, roda, roda
Fique abaixadinho!
Ponha as mãos nos joelho,
Na cabeça e nos pés
E, agora, sentadinho,
Conte até dez:
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10!

Após a leitura o professor inicia um diálogo com as crianças sobre o texto, explorando os movimentos que a letra da música sugere que sejam feitos com o corpo, pedindo a elas que pensem e demonstrem forma como eles serão realizados levando a criança a perceber os movimentos independentes realizados por cada parte do corpo, como também o corpo como um todo integrado.
Destacar o trecho onde é mencionado Jogue um beijinho, fazendo relação numeral e quantidade.
No trecho da música onde é feita a contagem até 10, pedir as crianças que conforme forem cantando levantem os dedinhos na quantidade correspondente.

2º Momento – 5 minutos
com a utilização do aparelho de CD, o professor ouvirá e cantará junto com as crianças a música  

3º Momento – 10 minutos
As crianças ouvirão e cantarão a música executando os movimentos com o corpo conforme  estabeleceram no 1º momento

Recursos Complementares
Letra da Música “Bate, Mexe e Pula” de autoria de Monica Coropos
CD “Três Sementes” de Monica Coropos – obtido através do site  www.ufmbb.org.br

Avaliação
Avalia-se os objetivos propostos durante as atividades

                              





Quem Sou Como Professor e Aprendiz?

Essa pergunta me reporta ao texto sagrado do livro de Êxodo, momento do  diálogo, onde Moisés questiona a Deus:__ Se me perguntarem, Qual é o seu nome? Que lhes direi?  e Ele lhe respondeu: __ Diga-lhes: EU SOU O QUE SOU
O que sou eu como professor e aprendiz?
 A resposta que me vem de imediato a mente, é: __ Sou o que sou, o que me permito e o que me oportunizo ser, com falhas, mas com qualidades, com limitações e defeitos mas com vontades e desejos, com tristezas e frustrações mas com incontáveis alegrias realizações e muitos e muitos sonhos, sou professor, um aprendiz. Aprendiz das novas circunstâncias,  que se nos são apresentadas dia a dia, aprendiz das novas metodologias, das novas tendências e num constante processo de adequação.  Aprendiz de uma nova maneira de ser professor, por ter me permitido por longos anos alçar vôos em outras áreas sociais.
Quando penso se sou professor que desperta a curiosidade do aluno, percebo que o despertar deve começar no meu íntimo, pois se busco, me alimento, mantenho acesa a chama do querer saber, do querer crescer do buscar  aperfeiçoamento, e quando há em mim essa crescente vontade, “ a curiosidade”, busco, pesquiso, interajo, ouço idéias, me submeto a ser lapidado, aprendo com os alunos, com os colegas, me permito, acontecer em mim e propiciar ao meio onde estou, mudanças, mesmo que em algumas circunstâncias seja necessário deixar minha área de conforto, para procurar me adequar e familiarizar com os novos sistemas culturais de representação do pensamento  pois “Sou o que sou, um professor, um eterno aprendiz”.

PERCEPÇÕES AO NAVEGAR EM HIPERTEXTO

Clicar nos links, pode em alguns momentos facilitar e em outros,  prejudicar. Facilita, quando tenho duvidas sobre determinado tema ou expressão e ali mesmo, debaixo de um breve click, encontro meios de ter minhas dúvidas sanadas, mas, posso também encontrar caminhos que irão me distanciar do foco principal, que é concluir o processo de concluir a tarefa a ser realizada, e é aí que se encontra o lado prejudicial. Preciso ser bem centrada naquilo que quero. Especificamente neste assunto, tema da tarefa da unidade dois, me facilitou compreender algo que eu já vinha utilizando sem saber que aquilo era aquilo ou seja, um, hipertexto.  Puxando a memória, me recordo que já me encontrei em circunstâncias onde fui me enveredando pelos links, fugindo um pouco do foco principal que era a conclusão da pesquisa. Mas em percebendo o longo caminho percorrido através dos clicks, consegui sem grandes dificuldades retornar ao caminho inicial dando continuidade ao processo de conclusão da tarefa, me redirecionando ao foco principal. O hipertexto é muito interessante e prático, pois ele nos oferece um leque de informações e vamos percebendo como as coisas são interligadas. Quando o tempo é limitado, e urgente é a conclusão do processo de pesquisa ou da tarefa a ser realizada, não se torna possível mergulhar profundamente, necessário se faz manter o foco e fazer da coisa principal a coisa principal. Bem empregado e usado com sabedoria, é um recurso muito rico. Mantendo a atenção, torna-se possível dizer por onde se navega, particularmente, eu não saberia enumerar todas as coisas lidas, mas, sim aquelas que no momento eram de extrema importância e ligação com o assunto enfocado.   

CONCEITUANDO HIPERTEXTO

A palavra hipertexto tem sua raiz  etimológica no grego, cujo prefixo hiper  ( "υπερ-") significa sobre, além.

Hipertexto é o termo que remete a um texto em formato digital, ao qual se agregam outros conjuntos de informação na forma de blocos de textos, palavras, imagens ou sons, cujo acesso se dá através de referências específicas denominadas hiperlinks, ou simplesmente links. http://pt.wikipedia.org/wiki/Hipertexto
Por ser um instrumento que nos remete a pesquisa com mais facilidade, torna-se uma interesante recurso de incentivo ao aluno no processo de investigação e leitura, possibilitando também  ao professor utilizálo como intrumento auxiliar externo no desenvolvimento de novos conteúdos e/ou fixação daqueles já trabalhados.
Luiz Antônio Marcuschi da Universidade Federal de Pernambuco em publicação feita   no material Linguagem & Ensino, Vol. 4, No. 1, 2001 (79-111) nos diz:

Embora alguns autores julguem desnecessário, acredito ser razoável indagar-se sobre a presença do hipertexto no domínio das atividades escolares, particularmente no que se refere às práticas da escrita.
Imagino, inclusive, que podemos tomar o hipertexto como um bom momento para rever a questão mais ampla do papel da escola no letramento e a função do computador no ensino. Pois, tal como observam Cynthia Selfe e Susan Hilligoss (1994, p. 1), o computador mudou nossa maneira de ler, construir e interpretar textos e mostrou que não há formas naturais de produção textual e leitura (p. 5). Trata-se de um caso importante para se analisar como tecnologia e cultura interagem de forma sistemática e significativa para interferir nas práticas de escrita.

http://www.pucsp.br/~fontes/ln2sem2006/17Marcus.pdf

O hipertexto possibilita o construir e o desconstruir, gerando novos caminhos, novas descobertas sobre o mesmo assunto, de forma mais dinâmica, por meio do ciberespaço.